domingo, 22 de junho de 2008

E a vida faz-se louca...

Ontem fui a um bar chamado Bar da Fábrica, ou coisa parecida - excelente por sinal, e acompanhado por minha amiga especial, jornalista e conhecedora das marcas dos baixos e guitarras pelo formato das tarrachas das cordas - o que deixou o bar ainda melhor.

Mas mesmo essas admiráveis mulheres são restritas. Vejamos:

Começamos uma conversa sobre os tempos atuais, e lhe expus a minha current admiração pela tão falada pós-modernidade, a forma com a qual, pelo menos eu, defino nossa época, modestamente. A minha amiga, como o bar a que fomos, é uma nostálgica do passado, como que para contradizer o presente, que, para ela, nada tem que preste. Pois mesmo isso é pós-moderno! Nada como resgatar no passado alicerces a que nos agarrar no agora, porque a pós-modernidade quebra os paradigmas, mas não nos oferece outros. O que nos resta perceber é que não ter paradigmas também é uma forma de ideologia.

Keynes: "Difícil não é aceitar as idéias novas. Difícil é abandonar as idéias antigas." Que me corrijam se não é bem isso.

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