Pelo menos é o que tenta fazer o Movimento Pró-República Rio Grandense, que, ao contrário do que se via há uns anos, parece ter um caráter um pouco mais sério, com princípios mais humanitários.
O RS independente seria uma república das bananas, com o ciclo econômico determinado pelas chuvas.
Além disso, movimentos sepearatistas fazem mais sentido em economias q crescem e atraem população migrante, e não o contrário, como tem acontecido nos Pampas.
1 comentário:
Bobagem.
O RS independente seria uma república das bananas, com o ciclo econômico determinado pelas chuvas.
Além disso, movimentos sepearatistas fazem mais sentido em economias q crescem e atraem população migrante, e não o contrário, como tem acontecido nos Pampas.
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